Sabe aquele casaco que não usamos faz meses e derrepente encontramos uma nota de 50 no bolso?

Então, fui criar um blog com meu e-mail e encontrei esse aqui já criado. E vou te falar que reler o post abaixo, um texto escrito e esquecido por 2 anos, valeu ainda mais do que… Tá, prefiro achar 50 reais mas foi puta legal hahahaha!

Tentei criar uma imagem de como eu era  há 2 anos, e acho que fui ficando cada vez mais estranho. Mas uma coisa mudou! Descobri o que quero ser da vida: Redator. 

Inclusive, foi essa ambição que me levou a querer fazer um blog novamente. Mas ao me deparar com o texto abaixo resolvi manter a linha original, em vez de transformá-lo em um portfolio digital apenas. De qualquer forma, vou também adicionar essa qualidade (!) ao blog.

Tem um redator que trabalha comigo, o Baiano, que em seu tempo de ócio gosta de exercitar sua mente com trocadilhos de gosto duvidoso. Pois bem, em uma dessas garimpadas ele veio com o trocadilho infame abaixo. Acreditando no velho “nada se perde e tudo é uma bosta” resolvi aplicar a piadinha em um contexto publicitário:


Primeiro post, vou testar usar esse espaço como um bloco de anotações, um descarrego de pensamentos, sem seguir uma ordem ou linha qualquer. Um bate-papo comigo mesmo, e com quem ler também.. Afinal, o receptor é sempre ativo.

Comecei a reparar que estamos passando por uma revolução social, algo que não é de hoje, que sempre fez parte de grupos considerados offstream e agora está ganhando status. É óbvio e onde quer que olhe, cada vez mais estão dando destaque ao “diferente”, estamos chegando nos 7 bilhões de pessoas, e é da natureza do ser humano querer se destacar. Chegamos no foco do pensamento:

Tá na moda ser estranho.

É logico que com um mundo cada vez mais lotado de gente, e com a tecnologia acelerando a nossa globalização de uma forma vertiginosa, a moda e o estilo estão procurando uma outra ideologia, estão procurando suprir uma necessidade latente dos índios de nossa tribo terrestre: A diferenciação. Existe muita gente no mundo. É sério, chega!

Impostos cobrados por filhos extras são só o começo, mas a maior nóia não é essa, não estamos tão preocupados com a escassez de comida vai… E sim com a nossa identidade.

Queremos nos sentir únicos no mundo… Pois somos únicos, natural que queiramos deixar isso claro. Não existirá ninguem no mundo melhor do que eu em ser eu mesmo. Confuso? Talvez, mas é tendencia… Cada vez mais as diferentes tribos querem se destacar das restantes, e os membros destacarem entre si. E onde isso nos leva?

Ao estranho.

O estranho geralmente é bastante estranho. Ele geralmente possui alguma característica não encontrada em ninguem com quem ele se relaciona… Daí o rótulo. Mas pera, isso não o coloca exatamente onde todos querem chegar? Ser único é meta hoje em dia. O único é insubstituível. O “geek” é um grande exemplo do estranho se tornando moda: Ele hoje é referencia de credibilidade, ele é um cara “antenado”, ele manja das coisas.

Portanto não devemos temer ser rotulados de loucos, esquizofrênicos, estranhos, bizarros, desequilibrados e instáveis. Enquanto todos pagam para ver o Batman, muitos só se lembram do coringa.

“Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.”